1. "O QUE EU OFEREÇO É SEMPRE BOM PARA O BANCO, MAS NÃO PARA VOCÊ"
Quem pensar no gerente do banco como um consultor financeiro pessoal corre o risco de acabar fazendo péssimos negócios. Quase todas as recomendações dos gerentes atendem aos interesses do banco, não aos do cliente. Não é desonestidade pessoal, mas o resultado da forma como os bancos trabalham.